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Notícias 
Resgate histórico e tradição
estão presentes na cultura de Agrestina
Um
pontinho bem no meio do Agreste Central, Agrestina atrai pela beleza
e simplicidade, envolvimento popular e cultural, nas mais diferentes
manifestações. Com pouco mais de 21 mil habitantes,
a cidade é pequena, mas se destaca entre as cidadezinhas
do interior. Com suas manifestações culturais, projetos
de responsabilidade social e de resgate histórico, além
da dança, música e do teatro que contemplam a diversidade
das tradições do município.
Com acesso pela BR 104, Agrestina vem ganhando força no setor
de turismo e também começa a chamar a atenção
dos visitantes nos segmentos religiosos, culturais, de eventos e
ecológicos.
Com um clima de religiosidade aliada a muita diversão, nos
meses de janeiro e fevereiro a cidade tem programação
tradicional e animada. É nessa época em que se comemora
o dia da padroeira, Nossa Senhora do Desterro. A cidade ganha novos
ares, decoração especial e eventos que dividem muito
bem a preferência do povo: religiosidade e shows artísticos.
O município não dispõe de uma rede hoteleira.
Possui apenas, pousadas. Mas, pela proximidade de Caruaru, distante
apenas 18km e por ter fácil acesso, todos os anos o evento
recebe aproximadamente 30 mil visitantes.
A Igreja de Santo Antônio, também, padroeiro do município,
fica bem no Centro e é um dos pontos turísticos mais
visitados. Aberta todos os dias da semana, a construção
histórica expressa muito bem a religiosidade do povo e fica
em frente à Praça Padre Cícero, no coração
de Agrestina. No mesmo raio, foi instalado, recentemente, o Centro
Cultural Cultura Viva, como se ele estivesse protegido por todos
os santos, o espaço deverá se tornar a referência
histórica do município.
De olho no resgate da cultura de raiz e sempre valorizando os eventos
religiosos, em junho a cidade promove o São João “É
bom na roça”. Durante os dez dias de festas, a valorização
da música e dança populares nordestinas é expressada
pela promoção dos concursos de quadrilha tradicionais
e de Fórro Pé-de-Serra. Os bacamarteiros, personagens
da cultura tão nordestina, ganham status de celebridade nessa
época, com as apresentações em praça
pública.
É na zona rural, especialmente nas comunidades de Pé-de-Serra
dos Mendes, que o município tem um dos locais mais especiais.
Lá, encontra-se além da arquitetura da época
colonial com seu casario, uma comunidade remanescente Resgate histórico
e tradição estão presentes na cultura de Agrestina
quilombola, reconhecida pelo Governo Federal. É possível
conversar com os moradores e conhecer um pouco mais da história
do povo brasileiro.
Também na área rural, destaca- se a beleza natural
da Serra do Jardim, com trilhas e acessos de contato com a natureza
que conferem uma excelente caminhada ecológica. Na cidade,
o visitante não poderá deixar de levar para casa os
produtos feitos em renascença direto de Santa Tereza, que
também é o local da produção artesanal
dos chocalhos. A peça deu o título a Agrestina de
Capital Nacional do Chocalho. O instrumento, utilizado antigamente
para tanger os animais, hoje, ganha versões modernas: chaveiros,
luminárias e até brincos. Um trabalho manual que ultrapassa
o tempo, ganha versões de preservação ambiental,
sem agressões à natureza.
Por Polianna Gomes
Prefeito: Josué
Mendes
Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes
Secretário: Josenildo Santos
Diretor de Cultura: Milvio Leite
Diretora de Turismo: Roberta Kelma
Diretor de Esportes: Emerson Sales
Assessora de Imprensa: Diana Bezerra
Fone/Fax: 81 3744-1103
e-mail: culturapmagrestina@bol.com.br
site: www.agrestina.pe.gov.br
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